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Análise de três tipos de Rolha

Postado por Nelson Mendes em 11 de May de 2008 . Categoria: A Rolha.

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A Rolha de Cortiça

Países nos quais ela é mais frequente: França e Itália. O oxigênio entra na garrafa lentamente, o que permite a maturação perfeira do vinho. Exige armazenamento mais cuidadoso;a umidade, por exemplo, pode atrair fungos à rolha.

 

 

A Rolha sintética

Países nos quais ela é mais frequente: Estados Unidos, Chile e Argentina. O materia é à prova de proliferação de fungos. Não serve para vedar a garrafa que ela é aberta.

 

Rolha screw-cap(tipo a de refrigerante).

Países nos quais ela é mais frequente: Austrália e Nova Zelândia. Dispensa saca-rolhas. Como impede a entrada de oxigênio, é contra-indicada no caso de vinhos que terminam seu processo de amadurecimento na garrafa.

 

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A Importância da Rolha

Postado por Nelson Mendes em 19 de January de 2008 . Categoria: A Rolha, Seviço do Vinho.

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rolhas.jpgAlguns vinhos perdem sua qualidade pela influência de uma rolha de má qualidade que pode estar contaminada por fungo, ou ressecada. Por este motivo, ainda que a rolha de cortiça (de boa qualidade) seja considera a parceira ideal das garrafas da nobre bebida, isolando completamente o líquido do oxigênio externo, sua substituição já é aceita por muitos.

Várias são os estudos para o desenvolvimento de novos isolantes (materiais poliméricos são os mais empregados) para os vinhos. Um em especial chama a atenção: o emprego de rolhas de cortiça tratadas com enzimas.

Estes estudos foram desenvolvidos pela mega empresa no ramo de enzimas, a Novozymes, em colaboração com uma empresa alemã. Rolhas são impregnadas com Subarase, uma fenol-oxidase, evitando assim a oxidação dos compostos fenólicos presentes no vinho.

Cerca de U$ 10 bilhões são perdidos, anualmente, devido a contaminação do vinho com substâncias provindas da rolha. Até 5% das garrafas sofrem este mal. Dentre os compostos mais frequentementes associados ao “mal da rolha”, encontra-se o 2,4,6-tricloroanisol(TCA).

Em um artigo publicado em 1989, e seus colegas da Nova Zelândia analisaram centenas de amostras diferentes de vinhos e encontraram pequenas quantidades de TCA em 62% das garrafas (J.M.Amon et al. New Zealand Wine Indust. J. 4 (1989) 62. O TCA é introduzido nos vinhos por defeitos no fechamento da rolha. Os humanos são capazes de detectar a presença de TCA mesmo em concentrações da faixa de 2 ng/ml! Algumas empresas já estudam a substituição da famosa rolha de cortiça por protótipos de polímero - tal como o teflon. Porém, enófilos tradicionais discordam deste artifício.

Fonte: A Química do Vinho - http://www.qmc.ufsc.br/

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