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Vinho Verde

Postado em 8 February 2010 na categoria Notícias, Vinho Português

 

Vinho Verde é um vinho produzido exclusivamente na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, localizada no Noroeste de Portugal. Constitui uma denominação de origem controlada cuja demarcação remonta a 1908, para vinhos jovens no Noroeste de Portugal, entre o Rio Minho e o Rio Douro.


Apesar do nome, sua coloração não é verde. Na verdade, o verde refere-se ao frescor e pouca idade em que estes vinhos que devem ser consumidos. A designação de Verde, também, não tem a ver com o estado de maturação das uvas, que são sempre colhidas maduras.


Existem vinhos verdes, brancos e tintos, rosados e espumantes. Existem também vinagres de vinho verde, aguardentes de vinho verde e reconhecidas bagaceiras.


Com baixo teor alcoólico, e portanto menos calórico, o Vinho Verde é um vinho frutado, fácil de beber, ótimo como aperitivo ou em harmonização com refeições leves e equilibradas: saladas, peixes, mariscos, carnes brancas, tapas, sushi, sashimi e outros pratos internacionais.


A seguintes Castas são usadas para a produção do Vinho Verde.


Castas Brancas

Alvarinho, Avesso, Arinto, Azal, Loureiro e Trajadura.


Castas Tintas

Avarelhão, Rabo-de-Anho, Vinhão, Padeiro, Amaral e Pedral.

 

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Miolo Quinta do Seival Carbent Sauvignon 2006

Postado em 7 February 2010 na categoria Vinho Brasileiro, Vinho do RS

 

Ficha Técnica
Seleção Manual dos cachos em mesa selecionadora. Desengace dos cachos mantendo as bagas inteiras. Enchimento dos tanques (encubado) por gravidade. Maceração em frio (criomaceração) a 8° C, com bagas inteiras por 4 dias. – Fermentação Alcoólica à temperatura controlada de 25 a 30° C, com 4 a 6 pigeage para extração lenta da cor e taninos e 1 delestage para a estabilização da cor. Maceração pós-fermentativa de 10 a 15 dias, para maior extração de polifenóis. Descube por gravidade. Fermentação malolática espontânea e completa. – Amadurecimento de 12 meses em barricas novas de carvalho francês, e envelhecimento na garrafa em caves subterrâneas e climatizadas.

Uva
Cabernet Sauvignon.

Visual
Este vinho apresenta uma alta intensidade de cor com tonalidade de vermelho rubi e púrpura. .

Aroma
Seu aroma é frutado ressaltando frutas vermelhas como cassis que integradas com a madeira de carvalho confere ao vinho uma maior complexidade aromática.

Paladar
Na boca apresenta-se bem estruturado com taninos elegantes, deixando uma sensação agradável e aveludada ao final.

Serviço
A temperatura ideal para servir fica entre 16 e 18°C. Para melhor apreciar suas características, aconselha-se decantá-lo uma hora antes de servir. Esse tempo irá maximizar seu Bouquet.

Harmonização
Por ser bastante encorpado e possuir aromas bastante complexos, deve ser acompanhado com pratos de textura rica como carnes suculentas e grelhados em geral. Cordeiro, javali, picanha e massas com cogumelos exaltam suas características quando harmonizados com o Quinta do Seival Cabernet Sauvignon. Este vinho pode também ser acompanhado de porco com guarnições doces.

Teor alcoólico
14%.

Onde comprar
Em supermercados.

Preço
Em média de R$ 50,00

Avaliação

 

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As principais variedades de uvas dos vinhos brasileiros

Postado em 7 February 2010 na categoria Uvas, Vinho Brasileiro, Vinho do RS

 


UVAS TINTAS


BARBERA

Vitis vinifera. Uva italiana da área de Piemonte; dá vinhos um tanto rústicos, frutados e bastante ácidos. Foi uma das primeiras uvas cultivadas pelos italianos no Brasil. É mais usada em combinação com outras (cortes).

BONARDA
Vitis vinifera. Cultivada pelos italianos no Rio Grande do Sul. Também é mais usada para cortes (combinações com outras uvas).

CABERNET FRANC
Vitis vinifera. Cultivada no Brasil, originária de Bordeaux, França, sua planta distingue-se pelas folhas verde-escuras, grãos pequenos, esféricos e de casca grossa. Dá vinhos de ótima qualidade com aroma pronunciado. É usada para combinações com outras uvas (por exemplo, a uva Merlot, da mesma origem) no chamado “corte bordalês” (mistura de uvas originadas de Bordeaux). Adaptou-se muito bem ao Rio Grande do Sul. É a base de vinhos frutados (que cheiram a fruta devido à presença de frutose, açúcar das frutas em geral, e que está presente também nas uvas), agradáveis, e que dispensam envelhecimento prolongado.

CABERNET SAUVIGNON
Cultivada no Brasil, oriunda de Bordeaux, França, tem cachos pequenos e cilíndricos, frutos pequenos, esféricos e de sabor meio amargo. Produz vinhos bem encorpados (espessos ou densos), frutados, porém é uma uva com alto teor de tanino e pode dar vinhos muito rascantes. Seus vinhos precisam de algum envelhecimento, para adquirir toda sua qualidade.

CANAIOLO
Vitis vinifera cultivada no Brasil.

CONCORD
Processada no Rio Grande do Sul.

COUDERC
Processada no Rio Grande do Sul.

GAMAY
Cultivada no Brasil, de origem francesa (Vinhos Beaujolais, Borgonha), produz vinhos de vermelho intenso.

HERBEMONT
Processada no Rio Grande do Sul.

ISABEL
Vitis labrusca cultivada no Brasil. É a principal uva destinada ao processamento de vinho no Rio Grande do Sul. É utilizada para elaboração de vinho tinto comum e para elaboração de suco de uvas. As duas espécies norte-americanas Fox grape (Vitis Labrusca) e Fox grape (Vitis vulpina) deram origem a certo número de variedades, entre elas a Isabel e a Concord, aqui listadas. Como em geral todas as variedades labruscas apresentam teor mais elevado de antranilato de metila, substância que produz aroma forte de uva, esse tipo de aroma ficou conhecido por “foxado”, ou próprio da Fox grape (foxy, no Webster’s, 1966).

MALBEC
Uva tinta, também compõe o corte bordalês. Presença marcante na Argentina, onde dá origem a vinhos fortes, encorpados e redondos. É pouco cultivada no Brasil, mas é base de muitos vinhos argentinos consumidos aqui.

MERLOT
Vitis vinifera cultivada no Brasil. Tem baixo teor de tanino, produz vinhos menos agressivos que os da Cabernet, razoavelmente encorpados, pouco ácidos, mas de cor intensa e agradáveis ao paladar e ao olfato; dispensam envelhecimento. Entra em muitos cortes para atenuar produtos mais fortes. É produzida na Serra Gaúcha.

SAUVIGNON
Vitis vinifera muito cultivada e difundida no Brasil. Seus vinhos não precisam de envelhecimento longo.

PERIQUITA
Chamada também “castelã francesa”, difundiu-se no Sul de Portugal, na região da Arrábida, onde é produzido o vinho do mesmo nome. Foram feitas algumas experiências no Brasil, cujo resultado desconhecemos.

PINOT NOIR
Ainda pouco cultivada no Brasil, oriunda de Borgonha, França, tem o fruto ovalado com casca ligeiramente grossa; produz vinhos com aroma característico, meio ácidos mas alguns relativamente bons.

SANGIOVESE
Vitis vinifera de alta qualidade, cultivada no Brasil, originária da Toscana, é uma das uvas mais plantadas na Itália.

SAUVIGNON
Tinta, comercial, tem o amargo de limão.

SEIBEL
Processada no Rio Grande do Sul.

SYRAH
Vitis vinifera pouco cultivada no Brasil, porém seus vinhos são um produto muito importado da Argentina.


UVAS BRANCAS


CHARDONNAY

Adaptável a diversos tipos de clima é, tanto quanto a Cabernet Sauvignon, uma uva muito plantada no mundo inteiro, e importante no Brasil. É oriunda da Borgonha, França, produz vinhos brancos “chablis” de intenso aroma e gosto persistente. Seu fruto é esférico e miúdo, e dá em pequenos cachos de forma cilíndrica. Seus sabores e aromas frutados variam conforme as regiões, podendo lembrar frutas tropicais nas regiões mais quentes. O vinho chardonnay geralmente é rico e encorpado; no entanto, pode também ter aromas menos agradáveis, de terra ou de cogumelos, e possui acidez entre média e alta.

COUDERC
Uva híbrida desenvolvida no Brasil processada no Rio Grande do Sul.

GEWÜRZTRAMINER
Uva aromática, que se supõe originária do norte da Itália. da região de Tramim. No Brasil, começa a ser produzida e já dá bons vinhos.

MALVASIA
Vitis vinifera cultivada no Brasil. Uva bastante aromática que entra em muitos brancos como Frascati, vários vinhos doces e também vinhos tipo Champagne. Participa dos cortes para compensar uvas menos aromáticas.

MOSCATO
Cultivada no Brasil, trazida pelos primeiros imigrantes italianos (Na Itália é base do Asti Spumante), apresenta cachos grandes e compactos. Tem várias sub-variedades. É usada na produção de vinhos brancos doces e aromáticos.

NIÁGARA BRANCA
Vitis labrusca cultivada no Brasil processada no Rio Grande do Sul.

NIÁGARA ROSADA
Vitis labrusca cultivada no Brasil processada no Rio Grande do Sul.

PEREVELLA
Vitis vinifera cultivada no Brasil.

PINOT BLANC
Desenvolvida na Europa a partir da Pinot Noir. No Brasil, começa a ser plantada e está agradando.

RIESLING ITÁLICA
Cultivada no Brasil, produz vinhos brancos entre razoáveis e bons, frutados, agradáveis, mas não muito aromáticos. Aqui, é a vinífera branca fina mais difundida, base de alguns dos melhores brancos nacionais. Na Europa, muito usada para cortes.

RIESLING
Vitis vinifera cultivada no Brasil. Produz vinho com alta acidez, teor alcoólico de baixo a médio, levemente encorpados.

SAUVIGNON BLANC
Tradicional variedade francesa, branca comercial, cultivada no Brasil, origina vinho branco de sabor um pouco amargo e aroma fino.

SEMILLON
Vitis vinifera cultivada no Brasil, é bastante comum e produz vinhos bons, mas pouco expressivos. É mais difundida no Chile e na Argentina, dá origem a muitos brancos importados.

TREBBIANO
Vitis vinifera cultivada no Brasil é uma uva branca de qualidade mediana. muito espalhada em todo o mundo. Vinhos normalmente medíocres.

 

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Colheita tardia

Postado em 6 February 2010 na categoria Notícias, Vinho de Sobremesa, Vinho do RS, Vinificação

 

Os vinhos de colheita tardia são vinhos geralmente doces, ditos de sobremesa. As uvas são deixadas na videira vários dias após a data ideal para colheita. Esse processo resulta na desidratação da uva e, por consequência, seu teor de açúcar aumenta.

Um exemplo é o vinho
Aurora Colheita Tardia Branco. Vinho elaborado a partir do super amadurecimento das uvas Malvasia Bianca e a Semillon, que ficam em adequada exposição ao sol. A colheita das uvas para esse vinho acontece no outono.


O Aurora Colheita Tardia tem tonalidade amarelo-ouro, é encorpado e com teor alcóolico elevado. Doce e aveludado, seu aroma lembra flores do campo e frutas secas. Pode ser servido só, nas refeições ou acompanhando sobremesas.

 

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Períodos da Colheita

Postado em 2 February 2010 na categoria Notícias, Vinho do RS

 


Eles variam de acordo com a latitude e o microclima. Na região de Bento Gonçalves, a vindina se inicia antes dos parreirais localizados em Caxias do Sul e Flores da Cunha.


De 10 a 15 de janeiro

Época de colheita das uvas viníferas brancas, como chardonnay, e americanas precoces, como concord, bordô e isabel precoce e a uva tinta pinot noir.


Final de janeiro e início de fevereiro

Viníferas tintas, como merlot, cabernet franca e pinottage, e americas brancas, como niágara.


Final de fevereiro até metade de março

Colheita das uvas tintas viníferas tardias, como cabernet sauvignon, e americanas híbridas, como isabel, seibel e couderc.

 

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