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Mais prazer com Vinhos na temperatura adequada

Postado em 26 November 2007 na categoria Seviço do Vinho

 

Para melhor apreciar os vinhos, eles devem ser bebidos na temperatura ideal, que varia de acordo com o tipo de vinho. De modo geral, os vinhos são degustados na seguinte ordem crescente de temperatura: espumantes, brancos, rosés e tintos. Isso se deve a características organolépticas dos vinhos e a forma como percebemos os sabores. A temperaturas inferiores a 5°C temos dificuldades para identificar o sabor dos alimentos, por isso essa é a temperatura limite para se apreciar os vinhos espumantes. Em temperaturas elevadas, o gás carbônico dissolvido neste tipo de vinho se perderia muito rapidamente.

Os Vinhos Brancos
Devem ser apreciados entre 7°C e 9°C. Porque em temperaturas mais elevadas, a acidez dos vinhos brancos se torna muito agressiva, além de o vinho perder mais rapidamente seus aromas mais delicados.

Os Vinhos Rosés
Podem ser servidos 10°C e 12°C. Geralmente, muito leves e de aromas delicados, os vinhos rosés tornam-se agressivos em temperaturas mais elevadas, devido a acidez e amargos em temperaturas mais baixas, visto que possuem uma quantidade maior de polifenóis em sua composição, em relação aos vinhos brancos.

Os Vinhos Tintos
Apresentam um equilíbrio de paladar mais complexo, relacionando o sabor doce com os sabores ácido e amargo. Normalmente carregam consigo alguma adstringência, característica essa que é muito pronunciada em temperaturas mais baixas. Por outro lado, a velha história de temperatura ambiente também não se aplica a esses vinhos, pois o sabor pode se tornar muito desagradável a temperaturas altas. O ideal é servi-los entre 16°C e 18°C.

Algumas das características básicas dos vinhos com a temperatura:

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Como abrir a garrafa do Vinho Espumante

Postado em 26 November 2007 na categoria Serviço do Espumante

 

1. Refrigerar a garrafa em um balde com 1/4 de água e o restante com de gelo por 45 minutos e não no freezer. Temperatura ideal: de 4ºC a 6ºC.


2.
Cortar a cápsula logo abaixo do gargalo;


3.
Inclinar a garrafa ligeiramente e abrir a gaiola metálica, verificando que a rolha não esteja a ponto de sair;


4.
Extrair a gaiola metálica e a cápsula simultaneamente, se a rolha estiver a ponto de saltardana;


5.
Segurar a garrafa com uma mão e colocar o polegar da outra mão sobre a rolha. Girar a garrafa (não a rolha) para extrair a rolha suavemente, sem ruído deixando escapar o gás lentamente.


6.
Se a rolha não sai, girar a garrafa segurando pela base e, neste caso, dispor de um alicate especial para abrir garrafas de vinho espumante.


7.
Secar o gargalo da garrafa com uma toalha limpa ou com o espelho (parte inferior) da rolha. Cheirar a rolha e comprovar seu estado;


8.
Servir um pouco no copo e provar, se estiver correto servir;


9.
Servir numa taça de cristal tipo tulipa ou “flûte” que apresenta melhor o produto, além de sustentar melhor a espuma e temperatura. A operação pode ser feita em dois tempos, sirva uma parte derramando o líquido no copo, depois espere alguns segundos para baixar a espuma e em seguida, incline o copo até uns 45º, para então completá-lo até 2/3, despejando a bebida delicadamente;


10.
O vinho espumante deve servir-se segurando a garrafa pela base, pois esta posição é cômoda para servir as garrafas.

 

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O Vinho Romanée-Conti

Postado em 17 November 2007 na categoria Vinho Francês

 

É um vinho francês produzido em Vosne-Romanée, na Côte de Nuits, sudoeste da França. Ele é classificado como Grand Crue é considerado o maior vinho da romanee-conti_356.jpgBorgonha e um dos melhores da França, reverenciado por enófilos de todo o mundo.

O Conti é feito exclusivamente com uvas pinot noir resultando num vinho elegante, com aromas e sabores florais, manteiga, frutas vermelhas, terra e animal. Ele se distingue dos outros terroirs na mesma região pela sua coloração rubi, sabor aveludado e aromas que encantam. É um vinho de guarda que exige maturação entre 6 e 12 anos quando atinge seu ápice.Todos os vinhos produzidos pela Domaine de La Romanée-Conti são grands crus tratados com a mesma atenção.

A colheita é tardia, para que a maturação das uvas seja perfeita e a fermentação dura um mês, com temperatura controlada sempre abaixo de 33ºC. Depois disso, o vinho envelhece por cerca de 18 meses em barris de carvalho francês novo. O terroir, com 1,8 hectares de solo calcáreo com altitude, inclinação e drenagem perfeitos, está localizado na região também conhecida como “rota dos Grand Crus” e produz unicamente uvas do tipo “pinot noir”.

Os vinhedos remontam do século XV plantados pelos monges de Saint-Vivant. O nome vem do príncipe Louis François de Bourbon-Conti que o comprou em 1760. Hoje a propriedade pertente às famílias de Villaine e de Leroy, que também produzem outros excelentes grands crus na Borgonha. Atualmente a Domaine de la Romanée-Conti (DRC) é dirigida por Aubert de Villaine. Em 1945, as vinhas foram atacadas pelo inseto“phylloxera” (Daktulosphaira vitifoliae) que dizimou as plantações e obrigou o replantio. Por essa razão, não foram produzidos vinhos entre os anos de 1946 e 1951.


Fonte: revista gula e revista veja.

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A Temperatura de serviço do Vinho Espumante

Postado em 16 November 2007 na categoria Serviço do Espumante

 

A temperatura ideal de serviço, onde o espumante se apresenta de forma magnífica e onde o gás carbônico desenvolve seu importante papel, é a situada entre 4ºC – 6ºC.
Os mais doces, (Asti, Moscatel Espumante, Demi-sec, Suave) um pouco mais frios, os mais secos, (Nature, Extra brut, Brut) um pouco menos.

Mais informações aqui.

 

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Os Taninos presentes no vinho tinto

Postado em 12 November 2007 na categoria Harmonização

 

Taninos são polifenóis, elementos químicos de origem natural que estão geralmente presentes nos vinhos tintos. Os taninos são os responsáveis por trazer à boca a sensação de boca seca ou boca amarrada.


Os taninos podem ser ótimos elementos para as combinações com pratos, porém, algumas vezes se tornam indesejáveis, como nos exemplos:


- Tanino + peixe

Um dos motivos por que não se costuma tomar vinho tinto com peixe. Os taninos do vinho, em contato com peixes, criam na boca uma sensação metálica. Por isso, sempre evite vinhos tânicos com peixe. Se quiser, mesmo assim, combinar um tinto com peixe, o ideal será um vinho praticamente sem taninos (como o Miolo Gamay) com peixes untuosos (em que há gordura) e encorpados, como o bacalhau ou o salmão.


- Tanino + carnes bem passadas

Carne de boi pode ser um ótimo acompanhamento para um bom vinho tinto. Porém, esteja atento para não combinar vinhos fortemente tânicos com carnes bem passadas, pois estes dois elementos na boca trazem uma sensação de amargor indesejada.


- Tanino + sal

Estes dois elementos também não se dão muito bem na boca. Portanto, ao utilizar pratos bastante salgados, como queijos roquefort ou gorgonzola, evite vinhos muito tânicos.

 

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